domingo, 10 de agosto de 2008

Zelar pela honestidade

“Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens” 2 Co 8:21.

A honestidade é uma qualidade cada vez mais escassa em nosso meio e época. Infelizmente no mundo em que vivemos uma boa parte da população apóia, seja de um modo cego ou consciente (o que é pior ainda), a injustiça e desonestidade em suas mais variadas formas. Pior ainda é quando pessoas que conhecem (conhecem?) a verdade do Evangelho dão crédito e apoio para a injustiça, corrupção, mentira, e a própria desonestidade.

O apóstolo Paulo nos alertou para zelarmos pela honestidade, não somente perante o Senhor nosso Deus e sua Igreja, mas também diante dos homens, da sociedade em que vivemos. Esta é uma responsabilidade a qual não podemos fugir. Não adianta darmos ênfase em nossa obrigação bíblica de evangelizar, se ao mesmo tempo negligenciamos outras obrigações claramente bíblicas, como a de realizar a assistência social e defendermos a honestidade/justiça em suas mais variadas formas, tanto no seio eclesiástico como no seio social em que vivemos.

Transcrevo abaixo o relato histórico que é tido como o fato que marca a origem da honestidade. Uma bela história, que vale a pena ser lida:

“Conta-se que por volta do ano 250 A.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava as vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato a jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir a celebração, e indagou incrédula: - Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu: - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, as mais belas jóias e as mais determinadas intenções.

Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: - Darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos, etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.

Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado ?

Então, calmamente o príncipe esclareceu: - Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca. Você será sempre um Vencedor”
.

Que possamos, sinceramente e sem temor, cumprir as palavras de Paulo em 2 Co 8:21, defendendo a bandeira da honestidade e da justiça em todos os seus aspectos e setores.

Anchieta Campos

4 comentários:

cursos de teologia disse...

Belíssimo e importante texto!

Fique na Santa Paz!!!

Anchieta Campos disse...

"Cursos de Teologia", obrigado pela visita e apoio.

A paz!

Anônimo disse...

você é honesto? você paga seus impostos corretamente ? pense bem!com quem você quer dizer isso? diga o nome das pessoas que estar apoiando a desonestidade!seja homen e coloque os nomes delas,vá direto!você deixou a politicagem dominar a sua cabeça,esqueceu o evangelho bibliocêntrico? prove que o seu candidato é honesto,e prove que o outro é desonesto.respeite a democracia menino!tenho certeza quando você terminar seu curso,você vai fazer concurso para promotor,pois você é um bom acusador(satanás)Anônimo.

Anchieta Campos disse...

Anônimo,

Você ainda não aprendeu a lição? Tenha dó do seu couro meu caro!

Não vou repetir aqui os mesmos argumentos. Estou percebendo que não vale a pena lhe mostar sua incoerência, pois você não tem discernimento para reconhecer seus erros.

É realmente incrível a paranóia que está em sua cabeça. Em tudo você enxerga política. Acho que quem está com política em cabeça é você!

É uma piada seus comentários, eles me fazem rir! Não tenho para quê citar nomes, o objetivo deste artigo é genérico, pois como você ainda não percebeu, NÃO ESCREVO PARA ATACAR PESSOAS, MAS ATOS!!! É ISSO QUE VENHO QUERENDO DIZER DESDE O COMEÇO!!!

Você diz que não sou homem, mas repito (pois você não aprendeu com meus últimos comentários), que o menino é você, que fica se escondendo no anonimato e não consegue rebater biblicamente e/ou logicamente meus artigos.

O desespero está muito grande mesmo para o seu lado. Se controle e veja as coisas com são, e não fique fantasiando nada em sua cabeça.

Por fim, você mostra mesmo sua baixa e pobre crença quando me compara com satanás.

Deus lhe abençoe.

Anchieta Campos