Sou homem, sou carne, sou pecador;
Minha alma todo dia sofre com esta verdade;
Quem poderá me dar do seu amor?
Qual graça poderá mudar esta realidade?
A carne é fraca, sua inclinação de mim não some;
Por dentro quero resistir, por fora luto sem sucesso;
O espírito geme, o coração treme, a luta me consome;
As culpas sempre me batem, elas não me dão recesso.
Vejo uma batalha impossível de se vencer;
Julgo que estou fadado ao fracasso e condenação;
Não sei mais para onde correr! Quem poderá me socorrer?
Quem poderá me dar paz no coração?
De repente o jogo muda, o cenário se altera;
Vejo ao longe uma luz, uma luz que me dá esperança;
Contemplo que está próximo do fim a minha guerra;
Passo a me sentir sem culpa, como uma criança.
Mas que luz é esta? A qual caminho ela conduz?
Esta luz é forte e poderosa, traz graça e amor;
Esta luz que ao céu conduz, tem por nome Jesus!
Sinto ao fim a minha dor, sinto ao fim o meu labor!
Minha culpa sumiu! A esperança surgiu!
Não uma esperança que se pode murchar,
Mas uma esperança viva e eficaz!
Essa é a verdadeira paz, a qual só Jesus traz!
Batalha já vencida! Só nos resta confiar!
O amor é maior que a ira,
A graça a culpa nos tira,
Para que possamos sempre a Deus glorificar!
Louvado seja o nome do Senhor,
Por tudo o que Ele nos proporcionou!
Seu amor e graça esperança nos traz,
Uma divindade que com o homem se compraz!
Posso ser um homem falho e pecador,
Mas com Jesus tenho a mais pura certeza,
Por tudo que Ele fez, sou mais que vencedor!
Isto é que dá a vida, o seu real sentido de beleza!
Anchieta Campos
terça-feira, 14 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
Frase quase divina – 31
Desta feita destaco uma frase de um amigo e colega blogueiro, o irmão Vitor Hugo, editor do http://www.pericopecc.blogspot.com.
“Definitivamente, quando nos falta a oração, a leitura, e a consagração, é que de forma sensível podemos sentir a Graça nos abraçar” Vitor Hugo.
Anchieta Campos
“Definitivamente, quando nos falta a oração, a leitura, e a consagração, é que de forma sensível podemos sentir a Graça nos abraçar” Vitor Hugo.
Anchieta Campos
Círio de Nazaré e o Salmo 115
Hoje, além de ser o dia da “padroeira do Brasil”, comemora-se também em Belém-PA o Círio de Nazaré, com uma procissão que arrasta uma multidão de aproximadamente 2 milhões de pessoas (ver http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u455264.shtml).
Para meditação de todos os queridos amigos católicos romanos que me dão a honra de visitarem este blog, deixo um salmo inteiro da Bíblia Sagrada, o Salmo 115, que na verdade, por ser um texto inspirado, fala a todos nós:
01 NÃO a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.
02 Porque dirão os gentios: Onde está o seu Deus?
03 Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou.
04 Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
05 Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.
06 Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
07 Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
08 A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.
09 Israel, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
10 Casa de Arão, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
11 Vós, os que temeis ao SENHOR, confiai no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
12 O SENHOR se lembrou de nós; ele nos abençoará; abençoará a casa de Israel; abençoará a casa de Arão.
13 Abençoará os que temem ao SENHOR, tanto pequenos como grandes.
14 O SENHOR vos aumentará cada vez mais, a vós e a vossos filhos.
15 Sois benditos do SENHOR, que fez os céus e a terra.
16 Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens.
17 Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.
18 Mas nós bendiremos ao SENHOR, desde agora e para sempre. Louvai ao SENHOR.
Com amor,
Anchieta Campos
Para meditação de todos os queridos amigos católicos romanos que me dão a honra de visitarem este blog, deixo um salmo inteiro da Bíblia Sagrada, o Salmo 115, que na verdade, por ser um texto inspirado, fala a todos nós:
01 NÃO a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade.
02 Porque dirão os gentios: Onde está o seu Deus?
03 Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou.
04 Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
05 Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.
06 Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
07 Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.
08 A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.
09 Israel, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
10 Casa de Arão, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
11 Vós, os que temeis ao SENHOR, confiai no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo.
12 O SENHOR se lembrou de nós; ele nos abençoará; abençoará a casa de Israel; abençoará a casa de Arão.
13 Abençoará os que temem ao SENHOR, tanto pequenos como grandes.
14 O SENHOR vos aumentará cada vez mais, a vós e a vossos filhos.
15 Sois benditos do SENHOR, que fez os céus e a terra.
16 Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens.
17 Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio.
18 Mas nós bendiremos ao SENHOR, desde agora e para sempre. Louvai ao SENHOR.
Com amor,
Anchieta Campos
sábado, 11 de outubro de 2008
A senhora Aparecida
Amanhã é dia 12 de outubro de 2008, e, como é de conhecimento de quase todos os brasileiros, será celebrado não somente o dia das crianças, mas também será celebrado o dia da “padroeira do Brasil”, a “Nossa Senhora Aparecida”, com uma pomposa festa na cidade de Aparecida-SP. A cidade tem uma população de 37.405 habitantes, e espera-se pelo menos que 170 mil romeiros passem por lá neste fim de semana (achou muita gente?).
Já postei vários artigos neste blog refutando as principais doutrinas do catolicismo romano, de modo que este sucinto artigo tem por função principal expor a história desta festa, claro, de um modo crítico e imparcial.
É de conhecimento objetivo que a Igreja Católica Romana possui e apresenta duas fontes para o achado da imagem no rio Paraíba do Sul, em 12 de outubro de 1717; uma se encontra no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (na verdade um Livro do Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá) e a outra se encontra no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma (Annuae Litterae Provinciae Brasilíanae, anni 1748 et 1749).
Basicamente a história oficial romana diz que, em meados de 1717, surgiu a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais. Com esta notícia, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves ficaram desejosos de oferecer ao nobre visitante o melhor de seus pescados, sendo então que lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul em busca de peixes para tal. Após muitas tentativas infrutíferas, desceram o curso do rio até chegarem ao Porto Itaguaçu, no dia 12 de Outubro de 1717. Desesperançoso, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Após tentar novamente acabou por apanhar a cabeça da imagem (a imagem é de terracota e mede quarenta centímetros de altura, tendo o estilo seiscentista. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana do Parnaíba, Grande São Paulo. Embora não seja possível determinar com precisão o autor ou a data da confecção da imagem, através de estudos comparativos concluiu-se que ela pode ser atribuída a um discípulo do monge beneditino frei Agostinho da Piedade, ou, segundo Silva-Nigra e Lachenmayer, a um do seu irmão de Ordem, frei Agostinho de Jesus). Então envolveram os achados em um lenço e, animados pelo acontecido, lançaram novamente as redes com tanto êxito que obtiveram uma maravilhosa pesca (tudo isto me lembra uma passagem bíblica! Que coincidência! Pedro que o poderia dizer! Só não teve imagem pelo meio!). Após esse milagre, surgiram outros relacionados à imagem.
Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência do pescador Felipe Pedroso, local onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar. A família chegou a construir um oratório, que, devido ao intenso crescimento de visitantes, logo se quedou insuficiente para acomodar aos fiéis. Então, por volta de 1734, o vigário da época de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, que fora aberta à visitação pública em 26 de Julho de 1745. Diante do contínuo aumento no número de fiéis, no ano de 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior, que atualmente é a conhecida Basílica Velha.
No dia 6 de Novembro de 1888, a Princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e na ocasião ofertou à santa uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis (presente básico), juntamente com um manto azul. A romaria já era tão intensa que fora preciso que no ano de 1894 fosse enviado a Aparecida um grupo de padres e irmãos da chamada Congregação dos Missionários Redentoristas, com o fim de ajudar no atendimento aos romeiros que se dirigiam (quase que desesperadamente) aos pés da imagem para rezar com a então conhecida “Senhora Aparecida das águas”.
Evento importante ocorreu em 8 de Setembro de 1904, onde se deu a coroação da imagem, em uma realização solene conduzida por D. José Camargo Barros, contando com a presença do Núncio Apostólico, vários outros bispos, além, é claro, do Presidente da República e um numeroso público fiel à imagem. Após a coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida, dentre outros favores, indulgências para os romeiros que vinham (e vem ainda) em peregrinação ao Santuário (pense em um negócio “bom” visitar o santuário em Aparecida, a pessoa ganha até indulgências! Quem quiser se “salvar” é melhor morar por lá!). No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu os ossos de São Vicente Mártir, trazidos de Roma com a devida permissão do Papa. Quase vinte anos depois, a 17 de Dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município (pelo menos ajudou no povoamento da região!). Por fim, em 1929, Aparecida foi proclamada, oficialmente, Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial, por direta determinação do absolutista romano o Papa Pio XI.
Vinte e oito anos atrás, em 4 de julho de 1980, o Papa João Paulo II (já sentindo os efeitos do avanço protestante no Brasil), em visita ao Brasil, consagrou a Basílica de “Nossa Senhora Aparecida” em solene missa celebrada, por fim de revigorar a devoção à “Mãe de Deus”, como é tida para os católicos romanos.
É isto.
Quem quiser saber mais sobre o romanismo, especialmente sobre as “pérolas teológicas” da Igreja Católica Romana, ver meus artigos:
A festa do Corpus Christi
Proibição da leitura da Bíblia no catolicismo romano
Uma pequena exegese de Gênesis 3:15
O escapulário – Um novo evangelho e uma blasfêmia contra o sangue de Cristo
Disco arranhado na Renovação Carismática Católica (RCC)
II Pe 1:20 – É a Igreja Católica a detentora da verdadeira interpretação bíblica?
II Tessalonicenses 2:15 e a Tradição Oral Católica
Resposta a um apologista católico-romano
Lucas 1:28 e a Imaculada Conceição de Maria
O apelo da Igreja Católica Romana à tradição
Maria é a Mãe de Deus?
Anchieta Campos
Já postei vários artigos neste blog refutando as principais doutrinas do catolicismo romano, de modo que este sucinto artigo tem por função principal expor a história desta festa, claro, de um modo crítico e imparcial.
É de conhecimento objetivo que a Igreja Católica Romana possui e apresenta duas fontes para o achado da imagem no rio Paraíba do Sul, em 12 de outubro de 1717; uma se encontra no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (na verdade um Livro do Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá) e a outra se encontra no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma (Annuae Litterae Provinciae Brasilíanae, anni 1748 et 1749).
Basicamente a história oficial romana diz que, em meados de 1717, surgiu a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais. Com esta notícia, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves ficaram desejosos de oferecer ao nobre visitante o melhor de seus pescados, sendo então que lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul em busca de peixes para tal. Após muitas tentativas infrutíferas, desceram o curso do rio até chegarem ao Porto Itaguaçu, no dia 12 de Outubro de 1717. Desesperançoso, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Após tentar novamente acabou por apanhar a cabeça da imagem (a imagem é de terracota e mede quarenta centímetros de altura, tendo o estilo seiscentista. A argila utilizada para a confecção da imagem é oriunda da região de Santana do Parnaíba, Grande São Paulo. Embora não seja possível determinar com precisão o autor ou a data da confecção da imagem, através de estudos comparativos concluiu-se que ela pode ser atribuída a um discípulo do monge beneditino frei Agostinho da Piedade, ou, segundo Silva-Nigra e Lachenmayer, a um do seu irmão de Ordem, frei Agostinho de Jesus). Então envolveram os achados em um lenço e, animados pelo acontecido, lançaram novamente as redes com tanto êxito que obtiveram uma maravilhosa pesca (tudo isto me lembra uma passagem bíblica! Que coincidência! Pedro que o poderia dizer! Só não teve imagem pelo meio!). Após esse milagre, surgiram outros relacionados à imagem.
Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência do pescador Felipe Pedroso, local onde as pessoas da vizinhança se reuniam para rezar. A família chegou a construir um oratório, que, devido ao intenso crescimento de visitantes, logo se quedou insuficiente para acomodar aos fiéis. Então, por volta de 1734, o vigário da época de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, que fora aberta à visitação pública em 26 de Julho de 1745. Diante do contínuo aumento no número de fiéis, no ano de 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior, que atualmente é a conhecida Basílica Velha.
No dia 6 de Novembro de 1888, a Princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e na ocasião ofertou à santa uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis (presente básico), juntamente com um manto azul. A romaria já era tão intensa que fora preciso que no ano de 1894 fosse enviado a Aparecida um grupo de padres e irmãos da chamada Congregação dos Missionários Redentoristas, com o fim de ajudar no atendimento aos romeiros que se dirigiam (quase que desesperadamente) aos pés da imagem para rezar com a então conhecida “Senhora Aparecida das águas”.
Evento importante ocorreu em 8 de Setembro de 1904, onde se deu a coroação da imagem, em uma realização solene conduzida por D. José Camargo Barros, contando com a presença do Núncio Apostólico, vários outros bispos, além, é claro, do Presidente da República e um numeroso público fiel à imagem. Após a coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida, dentre outros favores, indulgências para os romeiros que vinham (e vem ainda) em peregrinação ao Santuário (pense em um negócio “bom” visitar o santuário em Aparecida, a pessoa ganha até indulgências! Quem quiser se “salvar” é melhor morar por lá!). No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu os ossos de São Vicente Mártir, trazidos de Roma com a devida permissão do Papa. Quase vinte anos depois, a 17 de Dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município (pelo menos ajudou no povoamento da região!). Por fim, em 1929, Aparecida foi proclamada, oficialmente, Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial, por direta determinação do absolutista romano o Papa Pio XI.
Vinte e oito anos atrás, em 4 de julho de 1980, o Papa João Paulo II (já sentindo os efeitos do avanço protestante no Brasil), em visita ao Brasil, consagrou a Basílica de “Nossa Senhora Aparecida” em solene missa celebrada, por fim de revigorar a devoção à “Mãe de Deus”, como é tida para os católicos romanos.
É isto.
Quem quiser saber mais sobre o romanismo, especialmente sobre as “pérolas teológicas” da Igreja Católica Romana, ver meus artigos:
A festa do Corpus Christi
Proibição da leitura da Bíblia no catolicismo romano
Uma pequena exegese de Gênesis 3:15
O escapulário – Um novo evangelho e uma blasfêmia contra o sangue de Cristo
Disco arranhado na Renovação Carismática Católica (RCC)
II Pe 1:20 – É a Igreja Católica a detentora da verdadeira interpretação bíblica?
II Tessalonicenses 2:15 e a Tradição Oral Católica
Resposta a um apologista católico-romano
Lucas 1:28 e a Imaculada Conceição de Maria
O apelo da Igreja Católica Romana à tradição
Maria é a Mãe de Deus?
Anchieta Campos
domingo, 5 de outubro de 2008
Frase quase divina – 30
Publico uma frase A. W. Tozer (1897-1963), o qual pastoreou igrejas da Aliança Cristã e Missionária por mais de 30 anos. Tozer, apesar de não ter freqüentado seminário teológico, se destacou por seu amplo conhecimento bíblico, por suas fortes e impactantes pregações, e por sua prolífica criação literária, tendo escrito mais de 40 livros, os quais renderam-lhe a concessão de dois doutorados honorários. Tozer é reputado entre os maiores pregadores de todos os tempos.
“Os homens têm liberdade para tomar decisões em suas escolhas morais, mas também têm necessidade de prestar contas a Deus por essas escolhas” A. W. Tozer.
Anchieta Campos
“Os homens têm liberdade para tomar decisões em suas escolhas morais, mas também têm necessidade de prestar contas a Deus por essas escolhas” A. W. Tozer.
Anchieta Campos
Acabando com a baixaria
Quem me conhece sabe que primo pelas liberdades individuais, principalmente as de pensamento e expressão, pois a tirania e a opressão sempre serão marcas da ignorância e do temor de se perder o poder.
Agora, sinceramente, existem pessoas que não querem ser contrariadas, mesmo estando afundadas em um lamaçal bastante fundo. Sempre permiti as publicações automáticas e sem moderação dos comentários deste blog, mesmo dos contradizentes e opositores de doutrinas aqui defendidas. Já travei embates sadios com ateus, calvinistas, católicos e testemunhas de Jeová, sempre no campo das idéias e dentro do mais apurado respeito. Mas parece que quando tocamos nas feridas de alguns evangélicos o negócio pega, partem para a ignorância e agressões pessoais, fugindo do campo das idéias e avaliação de ensinos e palavras. Infelizmente os ímpios tem demonstrado mais respeito e serenidade que muitos “cristãos”.
Portanto, para evitar palhaçadas como as ultimamente vistas, de pessoas que não sabem nem fingir, menosprezando a inteligência dos outros ao pensarem que poderiam me enganar e enganar os demais leitores deste blog, ao publicarem vários comentários seguidos em nomes genéricos de pessoas, tentando fazer pensar que vários irmãos estavam contra mim, mas que na verdade todos os comentários partiram de um único computador e de uma única pessoa. Nem se quer tiveram o trabalho de comentarem com algum usuário logado no Google; talvez nem saibam a diferença entre um comentário assinado de modo aberto e outro assinado de modo fechado/logado.
Sendo assim, a partir deste momento, os comentários passam a ser moderados, em respeito aos leitores deste blog, coibindo assim baixarias de pessoas que não tem argumento algum. Comentários anônimos não serão mais aceitos, e comentários assinados de modo aberto serão criteriosamente filtrados.
Viva a liberdade de expressão! Viva ao embate de idéias! Abaixo a censura e aos ataques pessoais infundados!
Honremos a Bíblia! Honremos a Deus!
Encerro repetindo as minhas palavras já publicadas em outrora neste blog:
“Olha, creio que quem lê o meu blog (que já conta com dezenas de estudos e artigos), com o mínimo de atenção e bom senso, percebe claramente que nunca me dirigi pessoalmente a ninguém, nunca ataquei a honra, a moral ou a índole pessoais de quem quer que seja, desde o mais vil herege até o mais inocente irmão que é enganado pelos engodos desta vida fugaz.
Vou dizer, mais uma vez, o que fora dito inúmeras vezes neste espaço: sempre frisei que o que se é para combater são ensinos e práticas que contrariam a absoluta e imutável Palavra de Deus, não importa de onde venham! Mas nunca fiz nem incentivei ninguém a atacar diretamente pessoa alguma. Respeito é algo bom, saudável e que agrada a Deus. Hoje em dia até mesmo a Igreja Católica Romana deixou a força e ignorância de lado e entrou no campo das idéias e do diálogo com as outras religiões (claro que sempre levando um baile de nós protestantes).
Todos os meus artigos são fundamentos na Palavra de Deus, em seus ensinos e princípios que, queiram ou não alguns aceitarem, estão acima de qualquer homem ou instituição. A Palavra de Deus não pode, em hipótese alguma, ser subjugada pela vaidade humana; nós é que temos que aceitá-la, como cristãos ortodoxos e reformados que somos, como nossa Guia Mestra e Autoridade Maior.
Até o presente momento sempre contei com os valorosos apoios de irmãos locais, bem como, digo não para me vangloriar, de nobres pastores/escritores da nossa CPAD e de irmãos da blogosfera cristã, de renome e destaque nacional. Enquanto eu continuar com o apoio destas pessoas sérias, coerentes, de notório saber e cultura bíblica, bem como de irmãos próximos a mim que também contam com uma visão crítica/bíblica apurada, estarei tranqüilo e sossegado, pois a minha consciência estará certa de que estou do lado ortodoxo, do lado que honra a Palavra de Deus acima de tudo.
Sei e estou convicto que sou um filho leal da Assembléia de Deus (igreja que julgo como séria e ortodoxa, mesmo com suas falhas que, ao meu ver, são poucas e não tão importantes), um jovem que honra a minha denominação na figura de sua CGADB e de seu presidente, o nobre pastor José Wellington Bezerra da Costa, bem como na figura da nossa editora confessional, a sempre coerente CPAD, com seus escritos e escritores ortodoxos. Não posso deixar de citar a minha honrosa convenção estadual, a CEMADERN, na figura do nobre pastor Raimundo João de Santana.
E acima de tudo isto que fora citado até o presente momento, digo que o me deixa mais sossegado é saber que a minha consciência sempre esteve (e permanecerá) cativa a Palavra de Deus (como bem disse Lutero), dando prova disto o Espírito Santo que testifica com o meu espírito.Portanto não tenho, sinceramente, para que temer críticas infundadas, claro que respeitando o direito de quem quiser me criticar o fazê-lo. Só peço que quem for se dar ao trabalho de me criticar use de respeito e lance mão de fundamentos sistemáticos (e não soltos) da Palavra de Deus.
Assim sendo, repito: não escrevo para atacar nenhuma pessoa ou instituição, mas sim práticas e ensinos de certas pessoas e instituições que contrariam a absoluta e imutável Palavra de Deus, onde esta sim, eu defenderei até a morte. Quem se sente enquadrado, sinto em dizer, está apenas se entregando e confessando seu erro”.
Com amor e temor,
Anchieta Campos
Agora, sinceramente, existem pessoas que não querem ser contrariadas, mesmo estando afundadas em um lamaçal bastante fundo. Sempre permiti as publicações automáticas e sem moderação dos comentários deste blog, mesmo dos contradizentes e opositores de doutrinas aqui defendidas. Já travei embates sadios com ateus, calvinistas, católicos e testemunhas de Jeová, sempre no campo das idéias e dentro do mais apurado respeito. Mas parece que quando tocamos nas feridas de alguns evangélicos o negócio pega, partem para a ignorância e agressões pessoais, fugindo do campo das idéias e avaliação de ensinos e palavras. Infelizmente os ímpios tem demonstrado mais respeito e serenidade que muitos “cristãos”.
Portanto, para evitar palhaçadas como as ultimamente vistas, de pessoas que não sabem nem fingir, menosprezando a inteligência dos outros ao pensarem que poderiam me enganar e enganar os demais leitores deste blog, ao publicarem vários comentários seguidos em nomes genéricos de pessoas, tentando fazer pensar que vários irmãos estavam contra mim, mas que na verdade todos os comentários partiram de um único computador e de uma única pessoa. Nem se quer tiveram o trabalho de comentarem com algum usuário logado no Google; talvez nem saibam a diferença entre um comentário assinado de modo aberto e outro assinado de modo fechado/logado.
Sendo assim, a partir deste momento, os comentários passam a ser moderados, em respeito aos leitores deste blog, coibindo assim baixarias de pessoas que não tem argumento algum. Comentários anônimos não serão mais aceitos, e comentários assinados de modo aberto serão criteriosamente filtrados.
Viva a liberdade de expressão! Viva ao embate de idéias! Abaixo a censura e aos ataques pessoais infundados!
Honremos a Bíblia! Honremos a Deus!
Encerro repetindo as minhas palavras já publicadas em outrora neste blog:
“Olha, creio que quem lê o meu blog (que já conta com dezenas de estudos e artigos), com o mínimo de atenção e bom senso, percebe claramente que nunca me dirigi pessoalmente a ninguém, nunca ataquei a honra, a moral ou a índole pessoais de quem quer que seja, desde o mais vil herege até o mais inocente irmão que é enganado pelos engodos desta vida fugaz.
Vou dizer, mais uma vez, o que fora dito inúmeras vezes neste espaço: sempre frisei que o que se é para combater são ensinos e práticas que contrariam a absoluta e imutável Palavra de Deus, não importa de onde venham! Mas nunca fiz nem incentivei ninguém a atacar diretamente pessoa alguma. Respeito é algo bom, saudável e que agrada a Deus. Hoje em dia até mesmo a Igreja Católica Romana deixou a força e ignorância de lado e entrou no campo das idéias e do diálogo com as outras religiões (claro que sempre levando um baile de nós protestantes).
Todos os meus artigos são fundamentos na Palavra de Deus, em seus ensinos e princípios que, queiram ou não alguns aceitarem, estão acima de qualquer homem ou instituição. A Palavra de Deus não pode, em hipótese alguma, ser subjugada pela vaidade humana; nós é que temos que aceitá-la, como cristãos ortodoxos e reformados que somos, como nossa Guia Mestra e Autoridade Maior.
Até o presente momento sempre contei com os valorosos apoios de irmãos locais, bem como, digo não para me vangloriar, de nobres pastores/escritores da nossa CPAD e de irmãos da blogosfera cristã, de renome e destaque nacional. Enquanto eu continuar com o apoio destas pessoas sérias, coerentes, de notório saber e cultura bíblica, bem como de irmãos próximos a mim que também contam com uma visão crítica/bíblica apurada, estarei tranqüilo e sossegado, pois a minha consciência estará certa de que estou do lado ortodoxo, do lado que honra a Palavra de Deus acima de tudo.
Sei e estou convicto que sou um filho leal da Assembléia de Deus (igreja que julgo como séria e ortodoxa, mesmo com suas falhas que, ao meu ver, são poucas e não tão importantes), um jovem que honra a minha denominação na figura de sua CGADB e de seu presidente, o nobre pastor José Wellington Bezerra da Costa, bem como na figura da nossa editora confessional, a sempre coerente CPAD, com seus escritos e escritores ortodoxos. Não posso deixar de citar a minha honrosa convenção estadual, a CEMADERN, na figura do nobre pastor Raimundo João de Santana.
E acima de tudo isto que fora citado até o presente momento, digo que o me deixa mais sossegado é saber que a minha consciência sempre esteve (e permanecerá) cativa a Palavra de Deus (como bem disse Lutero), dando prova disto o Espírito Santo que testifica com o meu espírito.Portanto não tenho, sinceramente, para que temer críticas infundadas, claro que respeitando o direito de quem quiser me criticar o fazê-lo. Só peço que quem for se dar ao trabalho de me criticar use de respeito e lance mão de fundamentos sistemáticos (e não soltos) da Palavra de Deus.
Assim sendo, repito: não escrevo para atacar nenhuma pessoa ou instituição, mas sim práticas e ensinos de certas pessoas e instituições que contrariam a absoluta e imutável Palavra de Deus, onde esta sim, eu defenderei até a morte. Quem se sente enquadrado, sinto em dizer, está apenas se entregando e confessando seu erro”.
Com amor e temor,
Anchieta Campos
sábado, 4 de outubro de 2008
Os cheirosos e os fedorentos
Primeiramente gostaria de dizer que qualquer semelhança com nomes e fatos mencionados abaixo são mera coincidência.
Era uma vez o pastor-político Godofredo Tio Luiz do Mel, que desde seu ingresso na vida pública já despertou o alerta na igreja que liderava e demais de sua cidade, de que este negócio de acumular função de pastor com a de político acabaria dando errado.
Pulando três anos de um relativo sucesso, e pulando os últimos 9 meses de um total escândalo, marcado por baixarias, meninices, mentiras e tudo de má fama que poderia atingir um líder evangélico, chegamos então até o último dia 02 de outubro, e o dito pastor-político, já conhecido por seus discursos apimentados e nada cristãos, piores que os discursos dos incrédulos confessionais, para encerrar com chave de ouro, profere a pérola (não a maior da campanha):
“Os eleitores do ‘menino’ são fedorentos, e os eleitores do ‘homem’ são cheirosos”.
O que o dito pastor-político esqueceu é que 80% da igreja que ele “lidera” é eleitora do ‘menino’, tendo assim chamado as suas próprias ovelhas de fedorentas, bem como chamou 55% dos eleitores da cidade de fedorentos.
É... neste caso em particular, eu sou um “grande fedorento” com todo o orgulho! Pois se ser “fedorento” é ser compactuante com a honestidade e seriedade, serei um “eterno fedorento”.
Mesmo sabendo que sou um pecador e falho, extremamente carente da graça de Deus, aprendi com a minha família (sustentáculo da sociedade) que a honestidade, a vergonha na cara e a seriedade, são marcas que se devem fazer presentes na personalidade de pessoas que querem ser respeitadas e admiradas pelos seus próximos e pela sociedade em geral. É isto.
E para encerrar, como os crentes da igreja do dito pastor-político respondem a abordagens de ímpios que dizem “e um pastor pode dizer essas coisas? Pensei que pastor não podia ficar falando assim das pessoas e dizendo essas coisas”? Bem... eu sinceramente não sei mais o que fazer, já cansei de lutar, joguei a toalha, e seja o que Deus quiser do seu povo que se congrega nesta igreja, que, vamos dizer, eu conheço muito bem; creio que entenderam de que igreja estou falando.
Vou encerrar por aqui, mas externando que é forte o meu desejo de dar umas descascadas a mais e dizer mais algumas verdades, mas por aqui já está bom.
Ver também meus posts:
Não toqueis nos meus ungidos?
Zelar pela honestidade
Pastor em ativa e a ocupação de cargo político
A politicagem e sua má influência
Com amor e temor,
Anchieta Campos
Era uma vez o pastor-político Godofredo Tio Luiz do Mel, que desde seu ingresso na vida pública já despertou o alerta na igreja que liderava e demais de sua cidade, de que este negócio de acumular função de pastor com a de político acabaria dando errado.
Pulando três anos de um relativo sucesso, e pulando os últimos 9 meses de um total escândalo, marcado por baixarias, meninices, mentiras e tudo de má fama que poderia atingir um líder evangélico, chegamos então até o último dia 02 de outubro, e o dito pastor-político, já conhecido por seus discursos apimentados e nada cristãos, piores que os discursos dos incrédulos confessionais, para encerrar com chave de ouro, profere a pérola (não a maior da campanha):
“Os eleitores do ‘menino’ são fedorentos, e os eleitores do ‘homem’ são cheirosos”.
O que o dito pastor-político esqueceu é que 80% da igreja que ele “lidera” é eleitora do ‘menino’, tendo assim chamado as suas próprias ovelhas de fedorentas, bem como chamou 55% dos eleitores da cidade de fedorentos.
É... neste caso em particular, eu sou um “grande fedorento” com todo o orgulho! Pois se ser “fedorento” é ser compactuante com a honestidade e seriedade, serei um “eterno fedorento”.
Mesmo sabendo que sou um pecador e falho, extremamente carente da graça de Deus, aprendi com a minha família (sustentáculo da sociedade) que a honestidade, a vergonha na cara e a seriedade, são marcas que se devem fazer presentes na personalidade de pessoas que querem ser respeitadas e admiradas pelos seus próximos e pela sociedade em geral. É isto.
E para encerrar, como os crentes da igreja do dito pastor-político respondem a abordagens de ímpios que dizem “e um pastor pode dizer essas coisas? Pensei que pastor não podia ficar falando assim das pessoas e dizendo essas coisas”? Bem... eu sinceramente não sei mais o que fazer, já cansei de lutar, joguei a toalha, e seja o que Deus quiser do seu povo que se congrega nesta igreja, que, vamos dizer, eu conheço muito bem; creio que entenderam de que igreja estou falando.
Vou encerrar por aqui, mas externando que é forte o meu desejo de dar umas descascadas a mais e dizer mais algumas verdades, mas por aqui já está bom.
Ver também meus posts:
Não toqueis nos meus ungidos?
Zelar pela honestidade
Pastor em ativa e a ocupação de cargo político
A politicagem e sua má influência
Com amor e temor,
Anchieta Campos
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